terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Actividade - Dinamização de um livro

















Esta actividade vai ser elaborada no restante ano lectivo, pois é apartir de histórias que tratem o valor da amizade, que as crianças irão ilustrar o que será o produto final, "O Livro da Amizade". Primeiro que tudo comecei por contar a história do "Patinho Feio", a primeira história escolhida, uma vez, que esta, trata o valor do respeito pelo outro. Logo depois, dei início à proposta da actividade, que seria fazerem as ilustrações. Como auto-avaliação do início da actividade, penso que consegui chamar à atenção das crianças e mostrar o tema que realmente está a ser tratado, pois as crianças gostaram da história e estiveram muito atentos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Notícia - Setubalense

Divulgação da venda dos lápis



Actividade - "1 Escola Com Sorrisos"





Depois de uma longa ausência, cá estou eu para actualizar o blog e dar conta do desenvolvimento do projecto. "1 Escola Com Sorrisos", é a actividade que vai ser elaborada ao longo deste ano lectivo, juntamente com mais três colegas de turma, que também está associado à P.A.P. de cada uma, sendo que no meu caso, trabalha o valor da amizade, em específico. A actividade foi preparada na escola, juntamente com a professora Fátima, que consistia em fazer a simulação de uma carta, chegada de Moçambique, de um menino chamado Ivandro, que escrevia uma carta a contar como e em que condições vivia e tinha aulas, isto também com a ajuda de fotografias a ilustrar as condições de que fala a carta. No final, abordei o assunto da venda dos lápis, em que muitas crianças e pais do colégio aderiram muito bem e onde se propuseram a ajudar.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Slogan


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

História "Maria Castanha"

O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac, crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas. Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar. Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas? – perguntaram-lhe.
- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.Foram brincar ao jogo do apanhar. A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha! - Ninguém apanha a Maria Castanha! Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele. Pimba! O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão. A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas. E os outros ajudaram também. Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.
- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas. E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos. Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom. E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume. Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!
- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor. Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem. E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel? A Maria Castanha não sabia mas aprendeu. É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
Autor: Maria Isabel Mendonça Soares,” Contos no Jardim”.

1ª actividade - Projecto de Intercâmbio





No dia 26 de Novembro, iniciei a primeira actividade com as crianças, pois conforme está na calendarização das actividades, o projecto de intercâmbio será a primeira, onde irei fazer cartas para as crianças moçambicanas e elas a nós. Numa folha branca a educadora conseguiu colocar a cara da Maria Castanha e as crianças têm de desenhar, os olhos, o nariz e a boca. A escolha da Maria Castanha, foi devido à sua história que se adequa ao tema que quero abordar na Formação em Contexto de Trabalho.